terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

POR QUE AS MULHERES DEMORAM TANTO NO BANHEIRO...

Esta ppublicação é para que as mulheres riam e os homens entendam o motivo de as meninas demorarem tanto no banheiro. É uma crueldade. É tragicômico e patético, mas cada palavra traduz a mais pura verdade. Nenhuma mulher no mundo pode negá-lo. Desconheço a autoria, quem a tiver, favor informar, que daremos os devidos créditos. O grande segredo de todas as mulheres com relação aos banheiros é que quando pequenas, quem as levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: "Nunca, nunca se sente em um banheiro público". E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar sem que, no entanto, o corpo entre em contato com o vaso. "A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, na vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está estourando. Quando a mulher tem que ir ao banheiro público, encontra uma fila, que a faz pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Aí resigna-se e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou estourando". Finalmente, chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. A mulher, então verifica cada cubículo por baixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados. Finalmente, um se abre e ela se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo. Entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa. Pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), inspeciona a área... O chão está cheio de líquidos não identificados e a menina não se atreve a deixar a bolsa ali, então a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o corpo, sem contar que é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que se foi enfiando lá dentro, a maioria das quais nunca usa, mas que guarda porque nunca se sabe... Mas, voltando à porta... Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição". Alívio... AAhhhhhh... finalmente! Aí é quando os músculos começam a tremer, porque está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço. É quando ela adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, acredita que nada vai acontecer, mas a voz da mãe ecoa na cabeça "jamais se sente em um banheiro público!" e, assim, mantém "a posição" com o tremor nas pernas... E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, mas (puxa vida!) O rolo está vazio...! (quase sempre). Então pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, tem que soltar a porta. Ela pensa por um momento, mas não há opção... E, assim que solta a porta, alguém a empurra e é preciso freá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita “OCUPAAADOOOO!” Aí, considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, as mulheres se respeitamos muito) e pode-se procurar o lenço sem angústia. Gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e ela guarda um, por via das dúvidas. Começa a contar os segundos que faltam para sair dali, suando porque está vestindo o casaco, já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas... A lembrança da mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali" ... Pobrezinha, está exausta. Ao ficar de pé nem sente mais as pernas. Acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça! Então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Pendura-a em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, toca-a até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Ela se lava na posição de corcunda de Notre Dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, nem usa. É um traste inútil, então seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso. Então, a menina sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que teve que levantar à velocidade da luz e a deixou com a bunda à mostra! Nesse momento, avista carinha que entrou no banheiro masculino e saiu dele, e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava. - Por que você demorou tanto? - pergunta o idiota. A agora gatíssima se limita a responder: - A fila estava enorme. Eis a razão por que as mulheres vão ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.

UM DIA DE DOMINGO, QUEM NÃO GOSTA?